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1.
J. bras. psiquiatr ; 65(2): 127-134, tab, graf
Article in English | LILACS | ID: lil-787510

ABSTRACT

ABSTRACT Objectives A few Brazilian researches correlate personality disorders (PD) and substance related disorders (SRD). The aim of the present study is to investigate the association between them, to evaluate the PD frequency among chemical dependents inpatients, this comorbidity association with social and demographic characteristics, used drug of choice, its impact on clinical evolution until the moment of their committal, the frequency of relapse, self-help group – and psychotherapic adherence among SRD patients six months following committal. Methods A 101 inpatients sample of chemical dependents was enrolled in 2 hospitals. The following instruments were applied: a questionnaire for social and demographic characteristics identification and drug use pattern, some questions from the sixth version of the Addiction Severity Index (ASI-6), the SCID-II questionnaire and specific questions concerning psychotherapic and self-help groups participation, and medication use. Results From these 101 patients, 55.4% were diagnosed with PD, being avoidant (14.9%), borderline (11.9%) and antisocial (8.9%) the more frequent ones found. PD patients had an earlier crack use in life (p = 0.038) and had also more previous treatments than the ones without PD (p = 0.005). Borderline PD patients were less worried to substance use problem (p = 0.003). After 6-months follow-up, no statistical significance was found between patients with and without PD regarding drug use or treatment adherence. Conclusion A high PD diagnosis was found in drug use inpatients. Patients diagnosed with SRD and PD need the identification of this comorbidity and of their personality characteristics in order to plan a more comprehensive and effective treatment.


RESUMO Objetivos Poucos estudos brasileiros correlacionam transtornos de personalidade (TP) com transtorno por uso de substâncias (TUS). O objetivo deste estudo é verificar a associação entre eles, avaliar a frequência dos TP na população de dependentes químicos internados, correlacionar com características sociodemográficas, drogas de escolha, frequência de recaída, aderência a grupos de autoajuda e psicoterapia em até seis meses após a alta hospitalar. Métodos Uma amostra de 101 pacientes internados em dois hospitais foi selecionada. Os seguintes instrumentos foram aplicados: um questionário para identificação de características sociodemográficas e padrão de uso de drogas, algumas questões da sexta versão do ASI-6 (Addiction Severity Index), o SCID-II e algumas questões específicas sobre participação em grupos de autoajuda e em psicoterapia, bem como o uso de medicações. Resultados Destes 101 pacientes, 55,4% foram diagnosticados com TP, sendo evitativa (14,9%), limítrofe (11,9%) e antissocial (8,9%) as mais frequentemente encontradas. Pacientes com TP demonstraram ter feito uso mais precoce de crack na vida (p = 0,038) e também tinham mais tratamentos anteriores do que aqueles sem TP (p = 0,005). Pacientes com TP limítrofe estavam menos preocupados com o problema de abuso de substâncias (p = 0,003). Após seis meses de seguimento, nenhuma diferença estatística significativa foi encontrada entre pacientes com e sem TP acerca do uso de drogas ou aderência ao tratamento. Conclusão Uma alta prevalência de TP foi encontrada em pacientes internados por TUS. Pacientes diagnosticados com TP e TUS necessitam a identificação da comorbidade e das características de sua personalidade, a fim de planejar um tratamento mais abrangente e eficaz.

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